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DESCARGAS ADULTERADAS E O CAOS SONORO EM VALENÇA

  • edmaisfmsite
  • 25 de dez. de 2025
  • 2 min de leitura


Valença vive hoje um cenário preocupante de descontrole no uso de motocicletas com descargas adulteradas, produzindo ruídos de alta vibração, verdadeiras “zoadeiras” que violentam o direito coletivo ao sossego e à dignidade urbana.

O crescimento desse problema é visível, audível e diário. Trata-se de motos de todas as categorias: das mais simples às mais sofisticadas, conduzidas por pessoas de diferentes classes sociais. Não há distinção. O barulho excessivo tomou conta da cidade, principalmente no período noturno, transformando ruas e bairros em um verdadeiro campo de tensão.

À noite, a sensação é de guerra sonora. Há descargas que simulam estampidos semelhantes a tiros, provocando medo, pânico e insegurança. Crianças, idosos, pessoas enfermas e, de forma ainda mais grave, crianças atípicas e pessoas com necessidades especiais são as maiores vítimas desse abuso. Elas sofrem crises, traumas, sustos constantes e prejuízos à saúde física e emocional.

Não se trata mais de falta de conscientização. O tempo das ações meramente educativas já passou. O que Valença precisa, com urgência, é de rigor, fiscalização efetiva e apreensão dos veículos irregulares.

DENATRAN, Polícia Militar, Polícia Civil e demais órgãos competentes precisam agir de forma integrada, firme e contínua. Blitz precisam acontecer em todos os bairros, sem exceção.

A população percebe que, em muitas áreas, a cidade flexibilizou demais — e essa é uma delas. Cruzar os braços diante desse problema é compactuar com uma violência diária contra o cidadão de bem.

Falo não apenas como profissional de imprensa, mas como porta-voz de um sentimento coletivo: Valença pede socorro. Um socorro rápido, eficaz e com resultados concretos.

Prefeito Marcos Medrado e Câmara de Dirigentes, a população não quer mais notas de esclarecimento. Quer ações. Quer respeito. Quer a garantia de um direito básico: o de viver sem medo e sem agressão sonora.

O barulho fere. O descaso fere mais ainda.

Socorro. Socorro. Socorro.

Mas que ele venha acompanhado de responsabilidade, autoridade e justiça.

 
 
 

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