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Moradores do Pratigi relatam precariedade e cobram ações do poder público

  • edmaisfmsite
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura


Moradores e barraqueiros da Praia do Pratigi, no município de Ituberá, relatam viver uma rotina marcada pela precariedade e pela ausência de serviços públicos essenciais. A comunidade, que abriga um dos principais cartões-postais da região, afirma se sentir esquecida pelo poder público, apesar da importância turística e econômica do local.


Entre os principais problemas enfrentados diariamente estão as constantes quedas de energia, a falta de abastecimento de água durante vários dias da semana, a coleta de lixo precária e a ausência de infraestrutura básica. Segundo os moradores, essas dificuldades se agravam em períodos de maior movimento, quando o fluxo de turistas aumenta e a demanda por serviços cresce.


A insatisfação também aumentou após relatos de que uma placa utilizada para registros fotográficos por visitantes foi retirada, ação que, conforme informado por barraqueiros, contou com apoio de força policial. O episódio gerou revolta, uma vez que, para a comunidade, a retirada do equipamento não resolve os problemas estruturais enfrentados no dia a dia. “É fácil investir em aparência enquanto a realidade continua sendo ignorada”, afirmam moradores.


Outro ponto que chama a atenção é que logo na entrada da Praia do Pratigi, visitantes se deparam com um lixão a céu aberto, cenário que causa impacto negativo, compromete o meio ambiente e evidencia a falta de ações contínuas de limpeza e organização urbana.

A situação contrasta com a informação de que o município de Ituberá recebeu R$ 480 mil em recursos destinados à realização do Carnaval.


Embora eventos festivos tenham relevância cultural e econômica, moradores questionam a falta de investimentos proporcionais em infraestrutura básica, saneamento, limpeza urbana e manutenção dos serviços essenciais na localidade.


Diante desse cenário, a comunidade do Pratigi cobra mais diálogo, transparência e ações concretas do poder público. Para moradores e trabalhadores locais, o pedido é simples: menos discurso e mais cuidado efetivo, garantindo dignidade para quem vive na região e condições adequadas para quem visita uma das praias mais bonitas do município.

 
 
 

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