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Jovem autista de Valença se destaca nacionalmente após encontros com autoridades dos Três Poderes

  • há 7 minutos
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O jovem valenciano Joa Pedro vive um momento marcante em sua trajetória pessoal e pública. Autista e cada vez mais presente em espaços institucionais importantes do país, ele comemorou os encontros que teve com algumas das principais autoridades do Brasil, representando os três poderes da República.


Durante agenda em Brasília, Joa Pedro se encontrou com o ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino e com o também ministro da Suprema Corte Alexandre de Moraes. O jovem também teve a oportunidade de conhecer pessoalmente o procurador-geral da República Paulo Gonet.


Outro momento especial foi o encontro com o jurista e ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que comandou o Ministério da Justiça durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.


Natural de Valença, Joa Pedro afirma que a experiência representa um passo importante em sua caminhada como jovem liderança. Para ele, os encontros simbolizam a quebra de barreiras e reforçam a mensagem de que o autismo não impede ninguém de sonhar alto e ocupar espaços relevantes.


“Estou muito feliz. É um orgulho poder dialogar com autoridades tão importantes do país. Quero mostrar para o Brasil e para o mundo que o autismo não impede ninguém de liderar projetos, lutar por causas e realizar sonhos”, destacou.


A presença do jovem em ambientes institucionais de alto nível tem chamado atenção de pessoas que acompanham sua trajetória. Para muitos, sua caminhada representa um exemplo de superação e de representatividade para milhares de pessoas autistas no Brasil.


Ao ganhar visibilidade e ampliar conexões em diferentes esferas do poder público, Joa Pedro reforça a importância da inclusão e do protagonismo de jovens que desejam contribuir com debates e projetos que impactam a sociedade.


Com entusiasmo, ele afirma que pretende continuar ampliando seu trabalho e fortalecendo pontes com diferentes setores do país e do mundo.


“Quero continuar avançando e mostrar que é possível fazer história. O autismo não limita sonhos”, concluiu.

 
 
 

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